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25 de abril de 2011

coisa de família

por tatiana braga para o projeto escuta o cheiro


Num pique costumeiro, a edição #31 deste Projeto esteve muito bem frequentada, como sempre!
Nos prestigiaram os velhos amigos, os novos bem vindos, um monte de gente de quem a gente sentia saudade! Muitos abraços, muitos sorrisos, muito coro, muito tudo de bom mesmo!
O regabofe estava de primeira, obrigada Gagá por nos presentear com o Mungunzá que aqueceu de verdade o coração com mais um tanto variado de quitutes que Dani e Lu preparam no maior amor. E calor foi o que não faltou! Calor de outono com jeito de verão, calor de amigo,de amor de família!
O grupo Casa Caiada esteve mais uma vez muito bem fazendo aquele samba que a gente tanto, tanto aprecia e canta e samba junto! Obrigada aos instrumentistas que estiveram por aqui e deixaram a roda mais gostosa. Teve choro no samba, repertório novo e igualmente tradicional. Ô levada boa preto! Obrigada ao grupo Último Tipo que esteve em peso e com certeza volta! Vocês são muito queridos e bem vindos!
Me fizeram uma pergunta lá na frente, pra esta porteira aqui que vos fala.Não foi uma pessoa só, foram várias. Assim ó: - Moça, é aqui o pagode? E eu respondo didaticamente: - Sim, se você procura o pagode no seu primeiro sentido, como reunião de sambistas, é aqui mesmo! Chega aí! Pode entrar!
Me divirto com essas coisas e como de dois anos pra cá a gente consegue reunir uma gente tão bacana! Por vezes a gente não tem a dimensão de como as notícias se propagam facilmente. Ficamos muito contenete com a disposição das pessoas que nos visitam! Só gente fina, elegante e sincera mesmo! Muito obrigada gente! Ver que todo muno sai sorrindo daqui é o nosso melhor retorno! E retorna viu? E como! Acha que eu te minto então olha bem:


















até maio se Deus quiser acompanhado daquele forte e fraterno abraço!

12 de abril de 2011

Batuque aqui e batuque acolá


por tatiana braga para o projeto escuta o cheiro

bastidores

A gente também faz festa pra pensar em como te receber melhor! Num é só no domingo não. Estivemos aqui reunidos só pra melhorar tudo!

tem certo cheiro no ar... escutou?

No ar a edição #31 do Escuta o Cheiro. Ô felicidade! Tem coisa mais gostosa que acordar tarde no domingo (ou cedo pra quem é do esporte), tomar um belo de um banho demorado, colocar um roupa bem confortável e sair pra curtir um samba bom? Ainda por cima debaixo da sombrinha de jabuticabeira? Depois comer aquela comidinha de tia, feita em casa, com aquele cheirinho de encher a boca d’água? Tudo isso na companhia de amigos queridos? Pois se você concorda comigo, totalmente ou em parte, bora pra cá então agora, domingo, 17!

O Casa Caiada segura o batuque do samba tão apreciado e o batuque na cozinha te espera com novidade!


Vem lá de cima este tempero do qual vos falo. Precisamente de Arapiraca em Alagoas. Ai que lugar bonito e de gente muito boa! Se liga! Arapiraca é um município localizado no estado brasileiro de Alagoas. Principal cidade doAgreste Alagoano. Ficou conhecida, nos anos 70, como a "Capital do Fumo" por ser a maior produtora de tabaco do país. Daí nos chegou a Gagá! Tempero de Gagá. Gagá é simpática e cozinheira de mão cheia.
Se liga de novo:

essa é Gagá, muito prazer


Nome: Maria Goreti Souza Santos

Apelido: Gagá

Idade: 43 anos

Profissão: Cozinheira

Signo: Libra

Time do coração: Flamengo

Música preferida: Todas do Raça Negra

Maior sonho: Voltar para a terrinha – Arapiraca /Alagoas

Cozinha desde que idade: 17 anos

Com quem aprendeu: com sua mãe Aurelina

Prato preferido: Rabada

Pra esta edição Gagá nos fornece a receita de uma das suas especialidades, o Mungunzá Salgado de Alagoas. Mas por que Mungunzá? Mungunzá, mugunzá, ou mucunzá como é chamado pelo povo do santo é o nome da comida ritual votiva, pertinente aos orixás oxalá, oxaguian, oxalufan e o ikise lembarenganga, tanto no candomblé como na umbanda. (De mucunzá, do quimb. mu’kunza, ‘milho cozido’) de origem africana( fonte: Dicionário Aurélio).

Receita do Mumgunzá Salagado de Alagoas da Gagá. Anota aí ( ou copia e cola!).

Ingredientes:

2kg de milho

4 cocos ralados

2 calabresas

½ Kg de fubá

50 gramas de canela

Tepero, cebola, sal e pimenta do reino a gosto

Óleo para dourar o tempero

Modo de preparo:

Coloque o mungunzá de molho de um dia para o outro, no dia seguinte coloque ele em uma panela com água até cobri-lo e cozinhe até que fique macio.

Em outra panela, aqueça o óleo, refogue os temperos e a calabresa, quando começar a dourar coloque nesta panela o mungunzá cozido com a água, o fubá, o coco ralado e se necessário acrescente mais água e deixe cozinhar por 30 minutos.

Não esqueça de corrigir o sal e a pimenta do reino e se necessário vá acrescentando água durante todo o cozimento até que os grãos de mungunzá estejam macios.

Sirva em uma cumbuca, aprecie o sabor e faça uma viagem até Arapiraca, terrinha da nossa querida Gagá.

A gente mais a Gagá, mais o Casa Caiada, mais aquele monte de gente bamba te esperam neste domingo de outono, quente de dia e fresquinho a noite que nos proporcionarámais uma luz bonita que só vendo! Apure-se e tente chegar antes das 3!

um forte abraço!